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	<title>Relances</title>
	<link>http://relances.net</link>
	<description>We see into the life of things.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Aug 2008 15:50:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>mais um poema</title>
		<description>E um derradeiro desta safra. Desta vez um soneto. Do mesmo dia do último, mais engraçadinho.

Há alguns outros sonetos guardados, mas não me importo com eles.

***

Um desejo severo, impertinente
presença oca, resiste a diluir
ou mesmo a retrair-se, recorrente
anelo e aspiração: reconstruir

no próprio ser pensado seu devir,
de um pequeno ramalhete persistente
fazer um ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/03/20/mais-um-poema/</link>
			</item>
	<item>
		<title>outro poema</title>
		<description>Este é ainda mais recente. Fala do verso e suas funções:

***

Um pouco reter
da alma, ínvio
fazer que pode,
com sorte, alívio
às mãos fornecer.

Quem sabe o acorde,
difícil de ouvir,
se faça toante
no canto; ferir
a nota na corda.

A música errante
e o alívio malvindo
são partes do verso,
o nexo, sentido
supremo e distante.

Se o fraco e disperso 
desejo ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/03/16/outro-poema/</link>
			</item>
	<item>
		<title>um poema</title>
		<description>Há muitos dias não tive sequer uma idéia do que postar aqui. Dane-se, pensava eu. Ontem, mexendo nos arquivos, resolvi colocar um ou outro poema escrito. Selecionei os que julgo possuir alguma qualidade, mesmo que não muito evidente (ou, talvez, existente). Gosto desse tom de modéstia, mas sei que soa ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/03/14/um-poema/</link>
			</item>
	<item>
		<title>ainda sobre Dostoiévski</title>
		<description>Falei de O Idiota aqui há um tempinho. No dia, citei um trecho que falava sobre o homem inteligente comum, que não é genial e é corroído pela dúvida - será que serei gênio algum dia? Quem me conhece sabe que vi refletido meu retrato, embora tenha superado parte da ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/02/29/ainda-sobre-dostoievski/</link>
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		<title>I&#8217;ve felt proud only at the end</title>
		<description>Eu já havia lido Song of Myself antes (lá vou eu, falando de Whitman de novo... Isso porque eu deveria estar estudando Neruda. Mas estou, e não digo isso obliquamente), mas foi curioso reler esta passagem depois do último post:

(...)
Have you practis'd so long to learn to read?
Have you felt ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/02/19/ive-felt-proud-only-at-the-end/</link>
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		<title>nós, os (pretensos) críticos</title>
		<description>Nós, os críticos de arte. Sim, me incluo nessa categoria, e coloco entre parênteses o "pretenso" única e exclusivamente para mim, não quero questionar ninguém. Se me incluo é porque, de certa forma, é o fim para que faço faculdade - espero que ninguém faça Letras para ser contista, romancista, ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/02/17/nos-os-pretensos-criticos/</link>
			</item>
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		<title>outra tradução</title>
		<description>Walt Whitman é bastante conhecido por seus longos poemas, como Song of Myself, ou When Lilacs Last in the Dooryard Bloom'd. Menos pessoas chegaram a apreciar sua prosa, que não é feita de contos, nem de poemas em prosa: são textos de outro gênero. Walt batizou-os de Specimen Days, um ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/02/12/outra-traducao/</link>
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		<title>relatório de leitura</title>
		<description>Parei de ler O idiota na página 518 ao topar com este retrato:

O problema é que o homem "comum" inteligente, ainda que de passagem (e talvez até durante toda a sua vida) tenha se imaginado um homem genial e originalíssimo, mesmo assim conserva em seu coração o vermezinho da dúvida, ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/02/08/relatorio-de-leitura/</link>
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		<title>Mais arquivos</title>
		<description>Hoje, só "dei um tapa" neste conto e o postei. Espero que gostem. </description>
		<link>http://relances.net/2008/01/31/mais-arquivos/</link>
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		<title>rotinas #1</title>
		<description>Enquanto passam os dias de rotinas levemente repetidas, um pequeno barco viaja na mente, simulando movimentos; o barco não se move nunca na direção de um destino pré-estabelecido, mas, em meio ao mar, se descobre o destino em si. O barco se considera sempre apenas um projétil, carregando pelo vento ...</description>
		<link>http://relances.net/2008/01/26/rotinas-1/</link>
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