um sonho
Na madrugada de quarta para quinta, esta semana, houve um trecho de um sonho que, a despeito de não ter sido nem um décimo do tempo que me lembro de ter sonhado, foi o único trecho que se fixou na minha memória. Um cachorro, andando por uma calçada, vem na minha direção. No meio do caminho, começa a urinar (vi algo semelhante na noite de quarta-feira). Desvio-me dele e o xingo. Ele então começa a vir de encontro a mim, tentando me acertar, apesar de diminuir de tamanho gradativamente. No entanto, vai ficando cada vez menor, e não consigo acertar-lhe um chute. Paradoxalmente, quando atinge o tamanho de um polegar, acerto-lhe o chute: neste momento, ele se transforma em um inseto branco e o perco de vista.
Os esotéricos dizem que falar aos outros de seus sonhos dá má sina.
Meio Kafka, né?